Vale a pena recorrer à terapia hormonal de substituição?

Sabemos já que, entre os 48 e 50 anos, as mulheres começam a entrar numa fase de transição que representa o fim da sua idade fértil. Nesta etapa, totalmente natural, o seu corpo sofre alterações hormonais bastante drásticas — relacionadas com a diminuição dos estrogénios no organismo feminino — que levam a que seja afetada por numerosos sintomas. Certamente que já os conhece:

  • afrontamentos;
  • ausência da menstruação;
  • insónias;
  • ansiedade e irritabilidade;
  • secura vaginal e consequente diminuição da libido;
  • etc.

 

Que tratamentos para a menopausa existem?

Apesar de serem perfeitamente normais, estes sintomas podem condicioná-la a vários níveis, daí que muitas mulheres recorram aos diversos tratamentos disponíveis para os atenuar. Mas será que conhece as formas de apaziguar os sintomas da menopausa no seu corpo? Continue a acompanhar-nos se quiser esclarecer tudo sobre a terapia hormonal de substituição, os seus efeitos secundários e as alternativas disponíveis para que possa viver a sua menopausa de forma mais tranquila.  

Terapia hormonal de substituição: o que é?

A terapia hormonal de substituição (THS) consiste na administração, por diferentes vias, de produtos hormonais de forma adequada ao organismo de cada mulher com o objetivo de repor ou equilibrar os seus níveis hormonais. No caso das mulheres na menopausa, trata-se, mais especificamente, de uma forma de restituir artificialmente o défice hormonal, sentido no fim da vida fértil da mulher e que tem por objetivo ajudá-la a adaptar-se melhor a essa nova realidade, apaziguando também os sintomas desta etapa.  

  A terapia hormonal de substituição surgiu nos EUA, na década de 40, precisamente como forma de aliviar e tratar a sintomatologia associada à menopausa.  

Mas para que casos está indicada a terapia hormonal de substituição?

Tal como já referimos, esse tratamento destina-se sobretudo a mulheres que estejam na pré-menopausa ou menopausa. Já no caso da terapia hormonal de substituição apenas com estrogénios, também pode ser indicada a mulheres que tenham realizado uma histerectomia (remoção do útero e ovários). Contudo, e apesar de durante 60 anos as mulheres terem amplamente recorrido a este tratamento, no início do novo século, muitos foram os estudos que causaram apreensão e polémica em torno da terapia hormonal de substituição. A partir daí, muitas mulheres foram aconselhadas pelos seus médicos a conhecer muito bem não só os benefícios mas também os riscos associados a este tipo de terapêutica. Conheça, então, alguns deles.  

Efeitos secundários e riscos da terapia hormonal de substituição

Hoje em dia está provado que as hormonas administradas na terapia hormonal de substituição podem ter alguns efeitos nefastos no seu organismo. Por exemplo:

  • dores de cabeça repentinas e intensas
  • aumento da pressão arterial (e, em casos mais graves, dificuldades na coagulação sanguínea)
  • retenção de líquidos e inchaço
  • seios doridos
  • etc

Além destes efeitos — que até se podem considerar relativamente suportáveis —, a terapia hormonal de substituição pode, infelizmente, aumentar também o risco de a mulher vir a ter doenças graves como tumores hormonodependentes, doenças cardiovasculares, cancro do endométrio, cancro da mama, AVC, enfartes do miocárdio e outras. Por isso, se está a entrar na menopausa e considera que os sintomas desta fase são insuportáveis, aconselhamo-la a ponderar bem antes de investir num tratamento como este, cujos efeitos secundários são consideráveis e contraproducentes.  

Alternativas à terapia hormonal de substituição

Para aliviar os sintomas da menopausa, a mulher que queira evitar a terapia hormonal de substituição deve, em geral, adotar e manter medidas associadas a um estilo de vida saudável. Ou seja:

  • ter uma alimentação nutricionalmente equilibrada, evitando excessos e procurando alimentos com fibra, proteínas, cálcio e água.
  • praticar exercício físico, diminuindo assim o risco de osteoporose e prevenindo o aumento de peso
  • procurar vestir-se por camadas, optando por tecidos leves e por estar em ambientes frescos
  • Realizar atividades que promovam o relaxamento e a descontração

 

O que mais posso fazer?

Além disso, pode ainda recorrer à toma de um suplemento alimentar como ClimaFort®, à base de lúpulo, que carregado que vitaminas e minerais, contribuirá para o alívio dos sintomas da menopausa, como as insónias, os tão conhecidos afrontamentos etc. ClimaFort® é um suplemento 100% natural, que não contém hormonas, não contém isoflavonas de soja, glúten, glucose e lactose. Não tem, por isso, nenhum dos efeitos ou riscos associados à terapia hormonal de substituição. Com uma só cápsula por dia, a mulher receberá as quantidades certas de vitamina B6 (reguladora da atividade hormonal), vitamina B12 (que reduz o cansaço e a fadiga), vitaminas D, K e selénio (importantes para a saúde dos seus ossos), entre outras. Como vê, existe uma alternativa natural à terapia hormonal de substituição, cuja eficácia está comprovada pelas diversas mulheres que já experimentaram ClimaFort ®. Seja uma delas!   botão opiniões

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2 comentários em “Vale a pena recorrer à terapia hormonal de substituição?

  1. Joaquina Silva diz:

    Boa tarde. Tenho 52 anos e estou na menopausa, ando com calores e dores de cabeça. Necessito de algo para me acalmar. O que me aconselha?

    • Laboratorios NIAM diz:

      Olá, boa tarde Joaquina 😊

      Lamentamos que esteja a sentir-se assim. O seu problema é normal e natural na menopausa.
      Os afrontamentos a as dores de cabeça que nos comenta são sintomas muito frequentes nesta fase que resultam das alterações vasomotoras devidas à redução do estrogénio, portanto poderia sentir uma melhoria gradual tomando Climafort diariamente.

      O Climafort é um suplemento alimentar 100% natural que ajuda a aliviar os afrontamentos e outros sintomas da pré-menopausa e menopausa. Não contém hormônios ou isoflavonas de soja. Ele contém um fitoestrogênio natural, extraído do lúpulo, cujo nome é 8-prenilnaringenina (8PN). Também é enriquecido nas vitaminas e minerais mais importantes nesta fase.

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